Candidatos ao Senado por SP em 2026: veja a lista

Candidatos ao Senado por SP em 2026: veja a lista

São Paulo tem 15 candidatos disputando duas vagas no Senado nas eleições de 2026. Pesquisa Quaest de setembro mostra Marina Silva, Guilherme Derrite e Simone Tebet tecnicamente empatados na liderança.

A disputa pelo Senado em São Paulo reúne 15 candidatos nas eleições de 2026. Como o pleito deste ano renovará dois terços da Casa, os eleitores paulistas poderão escolher dois nomes para representar o estado pelos próximos oito anos.

Entre os candidatos estão ex-ministros, deputados, ex-prefeitos, empresários e representantes de partidos de diferentes posições políticas. Marina Silva (Rede), Guilherme Derrite (PP) e Simone Tebet (PSB) aparecem nas primeiras colocações da pesquisa Quaest divulgada em 8 de setembro.

O primeiro turno das eleições de 2026 será realizado em 4 de outubro, das 8h às 17h, pelo horário de Brasília. Na urna, o eleitor votará duas vezes para senador, após escolher deputado federal e deputado estadual e antes dos votos para governador e presidente. As informações constam no calendário divulgado pelo Tribunal Superior Eleitoral.

Quem são os candidatos ao Senado por São Paulo em 2026?

Os 15 candidatos registrados para disputar as duas vagas de São Paulo no Senado são:

Candidato Partido Perfil profissional e político
André do Prado PL Deputado estadual e presidente da Assembleia Legislativa de São Paulo
Dra. Eliana Ferreira PSTU Advogada
Ednelson Cesaretti PCO Professor
Geraldo Rufino Podemos Empresário
Guilherme Derrite PP Policial militar, deputado federal e ex-secretário estadual de Segurança Pública
Guto Schiavetto Missão Empresário
Maíra de Souza UP Professora
Marcio Alves UP Eletricista
Marina Silva Rede Historiadora, professora, deputada federal, ex-senadora e ex-ministra do Meio Ambiente
Petter Maahs PCB Servidor público
Salles Novo Advogado, deputado federal e ex-ministro do Meio Ambiente
Simone Tebet PSB Advogada, ex-prefeita, ex-senadora e ex-ministra do Planejamento
Soninha Francine Cidadania Jornalista, ex-vereadora e ex-secretária municipal
Weller Gonçalves PSTU Metalúrgico
William Teixeira Agir Profissional de relações públicas

A relação completa, incluindo nomes dos suplentes, histórico profissional e patrimônio declarado de cada concorrente, está disponível na página de candidatos de São Paulo publicada pela Agência Senado.

O que mostra a pesquisa para o Senado em São Paulo?

A pesquisa Quaest divulgada em 8 de setembro mostra uma disputa aberta pelas duas vagas. No cenário estimulado, Marina Silva e Guilherme Derrite aparecem com 14% cada, enquanto Simone Tebet registra 12%.

Como a margem de erro é de dois pontos percentuais, os três candidatos estão tecnicamente empatados na liderança. André do Prado aparece em seguida, com 7%, e Salles tem 3%.

Confira os resultados:

Candidato ou resposta Intenção de voto
Marina Silva (Rede) 14%
Guilherme Derrite (PP) 14%
Simone Tebet (PSB) 12%
André do Prado (PL) 7%
Salles (Novo) 3%
Geraldo Rufino (Podemos) 1%
Soninha Francine (Cidadania) 1%
Maíra de Souza (UP) 1%
Dra. Eliana Ferreira (PSTU) 1%
Guto Schiavetto (Missão) 1%
Marcio Alves (UP) 0%
William Teixeira (Agir) 0%
Weller Gonçalves (PSTU) 0%
Petter Maahs (PCB) 0%
Ednelson Cesaretti (PCO) 0%
Branco, nulo ou não pretende votar 19%
Indecisos 26%

O levantamento consolidou o primeiro e o segundo votos indicados pelos entrevistados e reduziu os resultados para uma escala de 100%. Foram ouvidos 1.800 eleitores paulistas entre 4 e 7 de setembro. A pesquisa tem 95% de nível de confiança, margem de erro de dois pontos percentuais e registro SP-00959/2026 na Justiça Eleitoral. Os dados foram publicados pela Gazeta do Povo e pela Veja.

Indecisão ainda marca a corrida pelo Senado

Mais do que o empate entre os primeiros colocados, a pesquisa revela uma disputa ainda distante de uma definição. No cenário estimulado, 26% dos entrevistados não souberam indicar em quem votar. Outros 19% afirmaram que votariam em branco, anulariam ou não compareceriam.

A incerteza é ainda maior quando os nomes dos candidatos não são apresentados. Na pesquisa espontânea, 88% dos eleitores disseram estar indecisos. Marina Silva e Simone Tebet foram citadas por 3% cada, enquanto Guilherme Derrite apareceu com 2%.

Os números indicam que boa parte do eleitorado paulista ainda não consolidou nem mesmo o primeiro voto para o Senado — e que a segunda escolha pode ter peso decisivo no resultado.

Marina, Derrite e Tebet disputam as duas vagas

A liderança da Quaest reúne três candidatos com trajetórias políticas distintas.

Marina Silva já exerceu mandato no Senado pelo Acre, comandou o Ministério do Meio Ambiente e ocupa uma cadeira na Câmara dos Deputados. Simone Tebet também foi senadora, por Mato Grosso do Sul, além de ter sido prefeita de Três Lagoas e ministra do Planejamento.

Guilherme Derrite construiu sua trajetória política em São Paulo. Deputado federal desde 2019, também comandou a Secretaria de Segurança Pública do estado entre 2023 e 2025.

Com apenas duas vagas disponíveis, o empate técnico entre três candidatos aumenta a importância das próximas semanas de campanha. André do Prado, quarto colocado na Quaest, também busca reduzir a diferença em relação ao grupo da frente.

Por que outra pesquisa mostra resultados diferentes?

Um levantamento Futura/100% Cidades, também divulgado em 8 de setembro, apresentou Marina Silva com 34,9% e Simone Tebet com 32,7% na soma das escolhas para as duas vagas.

A pesquisa ouviu 1.600 eleitores entre 2 e 4 de setembro, tem margem de erro de 2,4 pontos percentuais e nível de confiança de 95%. O estudo foi registrado sob os números BR-06720/2026 e SP-00152/2026, segundo o Poder360.

Os percentuais não devem ser comparados diretamente com os da Quaest. Os institutos podem adotar questionários, amostras e formas diferentes de consolidar o primeiro e o segundo votos. Por isso, cada pesquisa deve ser interpretada como um retrato do momento dentro de sua própria metodologia, e não como uma previsão do resultado das urnas.

Como funciona a eleição para senador em 2026?

O Senado possui 81 integrantes, três por estado e pelo Distrito Federal. O mandato é de oito anos, mas a renovação ocorre de forma alternada: em uma eleição é substituído um terço das cadeiras e, na seguinte, dois terços.

Em 2026, cada estado elegerá dois senadores. Assim, cada eleitor poderá votar em dois candidatos diferentes, e os dois mais votados em cada unidade da Federação serão eleitos pelo sistema majoritário.

Diferentemente das eleições para presidente e governador, a disputa pelo Senado não tem segundo turno. O resultado será definido no primeiro turno, marcado para 4 de outubro. A explicação sobre a composição e a duração dos mandatos pode ser consultada no Portal Institucional do Senado.

Perguntas frequentes

Quantos candidatos disputam o Senado por São Paulo em 2026?

São Paulo tem 15 candidatos concorrendo ao Senado nas eleições de 2026.

Quantas vagas para senador estão em disputa em São Paulo?

Duas vagas estão em disputa. Os dois candidatos mais votados no estado serão eleitos para mandatos de oito anos.

Quem lidera a pesquisa para senador por São Paulo?

Na pesquisa Quaest divulgada em 8 de setembro, Marina Silva e Guilherme Derrite aparecem com 14%, e Simone Tebet registra 12%. Os três estão tecnicamente empatados considerando a margem de erro.

Quando será a eleição para o Senado em 2026?

O primeiro turno será realizado em 4 de outubro de 2026. A votação acontecerá das 8h às 17h, pelo horário de Brasília.

Quantas vezes o eleitor votará para senador?

Cada eleitor votará duas vezes para senador em 2026, pois duas das três cadeiras de cada estado estarão em renovação.

Existe segundo turno para senador?

Não. Os senadores são escolhidos pelo sistema majoritário em uma única votação. Em São Paulo, serão eleitos os dois candidatos que receberem mais votos válidos.

Conteúdo atualizado em 9 de setembro de 2026. A situação dos registros e os resultados das pesquisas eleitorais podem mudar ao longo da campanha.

Lia

Lia

Lia é uma apaixonada redatora e exploradora das palavras, com formação em Comunicação Social. Com experiência em diversos meios digitais, Lia traz um olhar curioso e uma escrita envolvente para nossos leitores.

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